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IN SÉCULO 21

As maiores inovações nos smartphones de 2017

2017 foi um ano marcado pelo aperfeiçoamento de tecnologias existentes. Neste campo integram-se as melhorias nas configurações de câmara dupla e nos sensores biométricos com os sistemas de deteção da face e das impressões digitais a ficarem ainda mais rápido e precisos.

 

 

ECRÃS COM PROPORÇÃO DE 18:9

Até agora a maioria dos smartphones vinha com ecrãs com a proporção de 16: 9. Esta é a proporção standard da maioria dos ecrãs de televisão e por esse motivo fazia sentido que também fosse utilizada nos telemóveis. No entanto, em 2017, a grande moda passou a ser a proporção de 18:9.

Esta tendência começou com o LG G6, que usou a proporção de 18:9 num ecrã de 5,7 polegadas com 2,880 x 1,440 pixéis. Depois deste fabricante, foi a vez da Samsung começar a utilizá-la nos topos de gama Samsung Galaxy S8 e S8 Plus. Posteriormente foi a vez do Note utilizar também essa proporção, assim como o LG V30, o OnePlus 5T e o Huawei Mate 10 Pro.

Também a Google passou a utilizar este novo formato no ecrã de 6 polegadas do Pixel 2 XL. Já o fabricante da maçã foi um pouco mais longe e colocou um ecrã de 5.8 polegadas no iPhone X com uma proporção ainda mais alta de 19:5:9.

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TAXA DE ATUALIZAÇÃO DE 120 HZ

O melhor exemplo desta nova tecnologia é o Razer Phone que suporta uma taxa de atualização de 120 Hz, ao contrário dos outros com 60Hz.

A taxa de atualização de um ecrã refere-se à velocidade a que é possível atualizar uma imagem a cada segundo. Em teoria, se um ecrã tiver uma maior taxa de atualização, a imagem deverá ser mais nítida, mesmo quando estiver a deslizar por diferentes conteúdos ou a visualizar vídeos com muito movimento. No Razer Phone, a tecnologia responsável por este feito tem o nome de Ultra Motion e permite uma sincronização do ecrã com a placa gráfica do smartphone, de forma a alterar a taxa de atualização de acordo com o que está a ser executado.

À medida que avançamos para 2018, graças a esta e outras tecnologias, teremos smartphones com melhor suporte para realidade virtual e realidade aumentada. A aposta do Razer Phone numa taxa de atualização mais alta vai levar certamente outros fabricantes a seguirem o mesmo caminho.

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Uma nova forma de lidar com os cartões SIM

Seja qual for o vosso smartphone, ainda precisam de um cartão SIM normal para o usarem como telemóvel. No entanto, em 2017 tudo começou a mudar com a tecnologia eSIM que para já está apenas disponível nos Google Pixel 2 e Pixel 2 XL. Na prática, ambos os dispositivos possuem cartões SIM embutidos que não podem ser removidos. A vantagem desta tecnologia é que facilita a mudança de operadora por software.

Em 2018 veremos sem dúvida diversos equipamentos com suporte em paralelo para eSIM e Nano SIM.

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